ESTRADAS PAULISTAS OFERECEM MELHORES CONDIÇÕES DE PAVIMENTO E SINALIZAÇÃO
Por conta da crise do sistema aeroviário, pesquisas mostram que o brasileiro vai optar por viagens de carro nestas férias de verão. Com isso, o risco de acidentes aumenta proporcionalmente ao tráfego. Mas o motorista que utilizar as estradas paulistas levará vantagem em relação aos usuários de outras rodovias: das 25 melhores estradas do Brasil, 24 estão em São Paulo. Telefones de emergência a cada quilômetro, asfalto em perfeitas condições, sinalização correta, painéis de mensagens variáveis, serviços de 0800, guincho e socorro médico. Se estas benfeitorias não justificam o alto preço cobrado nos pedágios, pelo menos amenizam a conta.
Dos 7.494 quilômetros de estradas avaliadas no Estado de São Paulo, 73,5% estão ou em ótimas ou em boas condições, 15,2% estão regulares e pouco mais de 10% estão ruins ou em péssimo estado de conservação. Percorrer as estradas de São Paulo é a melhor prova da superioridade paulista neste setor. São Paulo tem mais quilômetros de rodovias duplicadas que o restante do país somado. Saindo da capital todas as principais rodovias são duplicadas: Dutra, Ayrton Senna, Castello Branco, Anhanguera, Bandeirantes, Raposo Tavares, Fernão Dias, Regis Bittencourt, Imigrantes, Anchieta. Tanto estradas federais como estaduais estão, na maioria dos casos, em boas condições, inclusive as que não foram entregues para a administração privada. É o caso da Ayrton Senna e Carvalho Pinto.
O Estado pode ser considerado um paraíso em relação a outros, mesmo comparando-se com a Região Sudeste e Sul.
A concessão da maioria das rodovias importantes para a iniciativa privada - totalizando cerca de 3.500 quilômetros - também trouxe benefícios que estão lentamente chegando a outros estados.
A concessão, que obriga as empresas a realizarem muitas obras ao longo do período de contrato, também estimula a aquisição de novas tecnologias que permitem fazer obras com menor custo-benefício, oferecendo mais segurança e melhorando o atendimento ao usuário. "Existe uma certa rivalidade saudável e cada concessionária procura lançar novos serviços ou aprimorar os existentes para ser considerada a melhor", diz Áurea Rangel, química e diretora-executiva de uma das principais empresas de sinalização horizontal do País, a Hot Line. "Todos têm a ganhar: a concessionária que, com administração competente pode ter seu contrato renovado; o Estado, que ficará com as melhorias realizadas e, acima de tudo, o usuário, que ganha em segurança ao trafegar por estradas com boas condições de pavimento e sinalização. Um elevado desempenho da sinalização só pode ser alcançado quando houver contraste diurno e retrorrefletância noturna mesmo em condições adversas, como chuva e neblina." Segundo Áurea, a demarcação bem feita das estradas pode ser o limite entre um acidente e uma viagem tranqüila. |